A água tá na bunda.




Primeiramente preciso me desculpar com o Lucas por não estar cumprindo o cronograma e o compromisso assumido de atualizar o blog todos os dias.

Em segundo lugar preciso agradecer ao Atlético-GO por ter sido ridículo e mesmo assim subir. Isso só deixa a campanha do Figueira ainda pior.

Em terceiro lugar peço para que alguém ou faça meu trabalho de física, meu teste de cálculo e o outro de Termodinâmica ou me dê uma solução para que possa atualizar o blog sempre... Não gosto de fazer post meia-boca. Se normais já são ruins, imagina os meia-boca.

Em quarto lugar tenho que elogiar o Lucas, tá tão atolado quanto eu e ainda consegue manter o blog num bom nível!


Revolta



É revoltante demais. Dêem uma olhada na tabela atualizada que acabei de tirar do Futebol Interior. Como esperávamos no decorrer da semana passada, o Atlético acabou perdendo. Ou seja, mesmo com toda a bagunça e sacanagem que o time fez no decorrer do ano, mesmo com todas as derrotas dentro de casa, bastaria que tivéssemos feito o básico no último sábado, e não perdido pra porcaria do Duque de Caxias, time que acabou de bater o recorde de menor público na história da série B: 5 (cinco) torcedores no jogo de ontem contra a Ponte Preta.

Não precisávamos de nenhuma bola de cristal para ter certeza de que o Duque de Caxias era o menor dos nossos problemas. Tanto é que já haviam vários com a passagem pra São Caetano comprada. Nem nos nossos piores pesadelos havia aquela fatídica e revoltante derrota. Bom, sei que essa história de "se isso" e "se aquilo" não adianta pra nada, mas não posso deixar de pensar que iríamos com tudo contra o morto São Caetano e estaríamos hoje classificados à série A.

Também temos que ver que o Atlético perdeu, mas talvez, se estivesse pressionado por nós, não perderia. Bom, essas suposições só me deixam mais revoltado ainda, porque eu começo a lembrar e pensar coisas do tipo: "se não tivéssemos perdido pro Campinense", "se não tivéssemos perdido pro América-RN em casa", "se não tivéssemos perdido pro São Caetano em casa", "se não tivéssemos perdido pra Ponte Preta em casa", etc.

Se tivéssemos vencido mais dentro de casa, seríamos campeões. Se não me engano, o Avaí não perdeu nenhuma em casa ano passado. Essa é a diferença de um time comprometido que transparece esse comprometimento em campo, e um time que só joga a bola pro lado, pois tem preguiça de jogar e tem os jogares em campo apenas pra cumprir tabela, e esperar o ano que vem.


Acabou o paraíso?



Confesso que estou preocupado com os rumos que o meu Figueira está para tomar. Acho que essa história de participações já está indo longe demais. Não vejo a hora do Tainha soltar o post em que explicará melhor o que está em questão.

O pouco que ouvi até então veio da boca dos alegres avaianos. O Rafael, por exemplo, está todo felizinho, porque segundo ele "o Figueirense acabou". Pera-lá, azulejos. Eu sei que esse é o maior sonho de todos vocês, mas podem estar certos que isso não vaia acontecer tão cedo não.

Depois das carreatas e dos foguetórios de sábado passado, eu já tenho certeza que se perguntarem pra qualquer azulejo: "queres que o Avaí seja campeão mundial ou que o Figueirense feche as portas?" Olha, com certeza responderiam a segunda opção. Isso é sintoma de inveja, penso eu.

Bom, mas voltando ao assunto, podem estar certos azulejos, por pior que seja esse contrato, o Figueirense não vai acabar. Podemos cair pelas tabelas e disputar o citadino contra o Canto do Rio, ainda assim continuaremos sendo o maior do estado e o Figueirense não acabará.

E tem outra, por mais que nesse contrato o Clube se torne refém da parceria, não acho que no quesito "futebol" as coisas possam descambar tanto. Pô, se umas empresas assumem o clube, elas não vão querer que este clube vá a falência. Quero deixar bem claro que não estou defendendo ou aprovando isso, só acho que a pior das hipóteses não é o fim do mundo.

Por fim, quero pedir desculpas pelo post medonho. Fui lê-lo de novo e deu vontade de apagar tudo e ir dormir. Mas, tendo em vista o marasmo que se encontra o blog, eu acho que mesmo ruim é melhor do que nada. Então, aqui está ele né. Hahahaha! Obrigado por ter lido até aqui!

Nação orgulhosa



O Figueirense fez um campeonato medonho. Eu devo estar me esquecendo, mas somente nos jogos contra o Paraná e o Vasco, é que o time venceu e convenceu.

Tanto é que, depois desses dois jogos fora de casa, 13.000 alvinegros encheram o Scarpelli. Imaginem o que seria se o time estivesse empolgado, disputando a liderança desde as primeiras rodadas, como fez o Avaí em 2008?

Ao contrário do competente time azulejo, o Figueira esse ano ficou amarelando o tempo todo. Todas as vezes que precisava ganhar, acabava perdendo. A incompetência foi de dar nos nervos. A impressão que tenho é o quanto o futebol anda decadente. Isso porque mesmo com todo o show de incompetência nós quase subimos. Tais é doido ô! E não venham me dizer que aconteceu isso porque a série B estava fraca esse ano. Na série A acontece a mesma coisa! Vejam o Palmeiras, está perdendo a décadas e continua entre os líderes. Aliás, é horrível esse time do Palmeiras, assistir a um jogo deles é deprimente. Agora eu sou até obrigado a admitir que o melhor jogo que assisti esse ano foi o Avaí x Corinthians, que na verdade foi um jogo de um time só.

Bom, mas o que eu queria mesmo dizer quando comecei este post é o seguinte: como é orgulhosa a nação alvinegra. Isso porque, mesmo após a vergonheira toda que foi este ano, os mantos alvinegros continuam pululando as nossas ruas. Isso me foi bastante evidente na segunda-feira, quando andei bastante por Palhoça, São José e Florianópolis. O número de sujeitos trajados com o nosso manto sagrado era muito maior do que os rivais. Mas o que me surpreendeu mesmo foi quando passei lá pela Costeira, na segunda a noite. Pô, a Costeira é terra de azulejo, assim como o Estreito é terra de alvinegro, certo? Pois é, apesar disso, vi três camisas do Figueirense, e apenas uma do Avaí, desfilando pelo bairro. No geral, acredito que a proporção tenha sido de pelo menos 5/1 para o Figueira, ou seja, na Costeira perdemos um pouco a vantagem. Eu deveria ter anotado em um caderninho, pra poder afirmar isso "cientificamente".

No final do ano passado, na iminência do acesso azulejo, eu comecei a ver (foi até bom, porque já estava com saudades, o problema é que me deu uma rinite...) um ou outro cidadão andando de pijama pelas calçadas. Depois que subiram, foi uma explosão azuleja. O pijama começou a vender igual pãozinho quente. O ritmo de vendas continua este ano, reflexo da boa campanha no brasileirão. A avaianada anda feliz da vida, cheia de orgulho do seu time manezinho, que anda fazendo bonito pro Brasil todo ver. Parabéns aos avaianos, têm todos os motivos pra se comportarem assim.

Mas o que me deixa emocionado é ver que, apesar da vergonheira deste ano, os alvinegros não estão envergonhados. Não estamos nos escondendo, não estamos abaixando a cabeça e mudando de assunto, quando perguntam "pra que time tu torces"? Após a classificação para a série B de 2010, conseguida após uma derrota humilhante pro time reserva do Duque de Caxias dentro do Scarpelli lotado, a nação alvinegra continua exibindo orgulhosa o manto que representa a nossa paixão. Uma paixão sincera, que não liga pra ocasião, pois é incondicional.

Golpe baixo




Espetacular o comportamento da massa alvinegra neste sábado. Mesmo com a chuva incessante, nos fustigando desde pelo menos 30 minutos antes do início da partida, a torcida fez explodir o Scarpelli na entrada do time em campo. Uma chuva muito maior de papel e euforia cobriu todos os setores do Scarpelão, relembrando os nossos tempos de glória. Mas as boas lembranças pararam por aí.

Depois de gritar, incentivar e esforçar-se ao máximo para empurrar o time pra cima do adversário, a massa alvinegra entrou em um estado de torpor quando levamos o segundo gol, aos 15 min do segundo tempo. Depois do golpe, e do comportamento do time em campo, não havia mais de onde tirar forças para torcer (salvo alguns malucos da Gaviões, que cantaram até o final). Ao meu lado, via os torcedores parados, de boca aberta, observando o jogo, como que sem acreditar no que viam. Um pouco abaixo de mim, uma moça chorava e olhava de um lado para o outro, como que pensando: "será que todos estão vendo o que eu estou vendo?"

O clima sombrio foi coroado por um som que reverberou pelo silencioso Scarpelli: um torcedor soprava a plenos pulmões uma marcha fúnebre, com o seu pistom. (no link, tu vês ele tocando já com o Scarpelli vazio, ou seja, mais de uma hora o sujeito ficou tocando)

Pela primeira vez, depois de todas as tristezas que tivemos neste ano, depois de todas as derrotas que sofremos no nosso templo sagrado, depois de todas as apresentações vergonhosas do meu time do coração, eu fiquei com raiva. Aqueles sujeitos batendo a cabeça lá no campo, com aquela camisa verde limão, não eram jogadores do meu Figueirense. A torcida ainda gritou em coro, um pouco antes do final, os nomes Wilson, Fernandes e Roberto Brum, ou seja, encontraram alguns no grupo para salvar da degola. O sentimento exteriorizado pelo Ney Pacheco no seu último post é o mesmo que o meu e o da maioria dos alvinegros. Como sempre o Ney fez um post magistral. Como eu gostaria de saber que esse texto foi lido numa reunião da diretoria alvinegra. Infelizmente, temos que nos contentar apenas em imaginar que eles tenham lido, mesmo que isoladamente, com cada um dos dirigentes na sua própria casa.

Na porta do bagageiro do meu Uno, um avaiano (acho que foi o meu sogro, mas ele não admitiu) colou em baixo da faixa "VOLTAREMOS", que mantenho colada por dentro do vidro, uma folha escrito "para a série C". Cheguei aqui no escritório e o meu chefe já foi perguntando "Tá Lucas, agora tens que colocar a faixa FICAREMOS né?" Pois é, teremos que aturar pelo menos mais um ano de gozação.

Incrível como o futebol pode acabar com a alegria de uma nação inteira assim, de uma hora pra outra. Mas a derrota pro Caxias teve um lado positivo. Como o Atlético também ganhou, teríamos ainda mais uma semana de sofrimento intenso, e viajaríamos até São Caetano, ainda na esperança de subirmos. Íamos acabar não subindo mesmo, e só teríamos gastado tempo e dinheiro com a viajem. Pelo menos um lado positivo teve né ixtepô? Aliás dois, porque o time do Carianos não foi pra Libertadores. Táis é doido ô, aturar eles já está difícil, imagina se fossem pra Libertadores, aí seria brutal.

Coincidência num portal de um conglomerado qualquer...

Não querem deixar o ambiente pior, é isso?

Ah, meu Deus... O jogo não valia nada na competição, era um clássico B... Menos mau, né?

Tenha paciência.

Que imprensa exemplar...




Hoje, após tanta alegria no dia de ontem, não consigo pensar em outra coisa se não no apoio cerrado da imprensa gaúcha ao Figueirense, da qual os bebês chorões têm coragem de reclamar.

Sim, bebês chorões. É assim que os taxarei na maior parte das vezes em que reclamarem da imprensa, mesmo quando tiverem razão. Estava receoso no uso do termo desde que notei uma certa manha, como alguém que reclama assim: "pô, eu te dou tanta coisa e tu vem e me dá um tapinha assim? Calma aí, quero talquinho e hipogloss agora". Aliás, um texto do Tainha me fez refletir ainda mais, além de uma conversa que tive com ele uma vez. Mas é impossível continuar receoso em chamá-los de bebês chorões, senhores Série B.

Deixe-me explicar. Ontem, o Figueirense garantiu mais um ano na Série B. Eu e minha namorada procurávamos desesperadamente um cinema que não estivesse lotado para ver 2012. O Shopping Iguatemi, com um olhar ganancioso, não fechou o estacionamento e me fez acreditar que havia vagas lá dentro. Foram 35 minutos ouvindo a choradeira procurando por um mísero lugar à chuva para estacionar.

Até que, à certa altura, Roberto Alves admite que conhecia todos os problemas de brigas e desentendimentos no Figueirense, discurso seguido por todos os outros comentaristas. O argumento é de que estes fatos não vieram à público para não prejudicar o Figueirense.

A partir deste momento, exponho como a imprensa gaúcha tratou os problemas internos do Avaí somente em 2008 e 2009. Utilizarei somente os casos que o Google retornou primeiro...

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2008

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14 de maio de 2008 -
Cocito e Wendell se desentendem no coletivo do Avaí
Jogadores trocaram empurrões e saíram do gramado a pedido de Silas

Manchete, com vídeo e tudo - hoje já retirado do ar, mas o link prova que existiu o vídeo. Clique aqui para comprovar.

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Em um certo ponto, a repercussão de notícias baseadas em boatos atrapalhou tanto o Avaí que o técnico Silas teve que vir à público reclamar do negativismo. Era o efeito das tais notinhas...

9 de outubro de 2008 -
Silas diz que negativismo pode atrapalhar Avaí
Treinador reclamou dos boatos de um racha entre os jogadores

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2009

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Marquinhos nega briga com Odair no vestiário do Avaí
Suposto desentendimento teria ocorrido após a derrota para o Coritiba

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Veja, em todas as matérias, se há algum receio em prejudicar a campanha do Avaí. REPARE BEM: HÁ?

Essas 3 notícias não se igualam à capacidade do negativismo passado ao Avaí, fato da qual Silas já reclamou mais de uma vez, inclusive esse ano:
(...) tem muita gente lá em Florianópolis que não tem nada mais para falar e vai falar o quê do Avaí, se são dois anos de triunfo atrás de triunfo? Então, tem que arrumar alguma coisa para tentar conturbar o ambiente, mas a gente aqui dentro não pode deixar isso acontecer. Então, infelizmente, algumas pessoas do meio lá de Florianópolis, não todas, logicamente, estão tentando atrapalhar o nosso trabalho. Mas, se depender de mim vão passar fome, porque não acontece nada, o meu negócio é dentro do campo. (...)

(...)Acho que é um ano para a gente estar se abraçando. É aquilo que eu falei anteriormente: aquilo ali (o gesto na saída do campo) é para responder para algumas pessoas. Infelizmente, alguns membros da imprensa local eram para estar se abraçando com a gente. Mas, por torcerem para o Figueirense ou sei lá por que, não ajudam. Mas a gente não pode deixar se abalar, porque tem esse pessoal aí que está torcendo contra a gente.
Silas

Preciso dizer alguma coisa a mais?

Ps.: Sabe o público do Figueirense no clássico de hoje, na Ressacada, valendo como jogo oficial? Zero. Zero. ZEROOOOOOOOOOOOOO. E nota uma coisa: a RBS não noticiou a goleada...

LOTAR E LUTAR - FALTAM 02 DIAS



Incrível a expectativa que se formou com o jogo de sábado. Dê uma passada pelos blogs alvinegros e terás uma noção da mobilização da torcida. Incrível também é a mobilização alvinegra nos blogs do Juventude. Acho que já tem mais comentários de incentivo nossos que deles mesmos.

Como já comentei aqui no blog, estou sem tempo neste fim de semestre, por isso o post é curto. Mas, como também já disse aqui, e infelizmente está virando uma máxima do blog, mais vale um post fuleiro que nenhum post.

Copiei descaradamente a imagem ali de cima do blog do Tainha. Ela resume bem o momento. Se não compraste ainda o teu ingresso, corre porque vai acabar logo logo. Hoje eu, por exemplo, vou lá comprar 7 ingressos no setor B.

Outra coisinha que eu vi no sítio oficial: mais uma vez, o Figueira venceu uma pesquisa de maior torcida do Estado. Ano após ano, desde a primeira pesquisa citadina em 1936, isso vêm acontecendo. Mas tudo bem azulejos, essa deve ser manipulada também né.

O Figueira costuma ganhar quando joga de baixo de chuva. Acontece que está marcando tempo bom para sábado. Eu prefiro assim, pois o Scarpelli vai lotar mais fácil e não vou ter que tirar o manto molhado pra poder entrar no carro. Além disso eu já sei que nós vamos vencer de qualquer jeito mesmo.

VOLTAREMOS!

O Scarpelli vai lotar, pode anotar



Ô meu querido, desculpe a ausência.

Infelizmente, a campanha do acesso está coincidindo com o fim do semestre na universidade. Isso está fazendo com que eu e o Rafael não possamos manter as atualizações da maneira como gostaríamos que acontecesse. Aliás, uma meta que definimos antes de criar o Futebol Mané é que faríamos pelo menos 1 post por dia, cada um. Tu já deves ter percebido que não estamos cumprindo esta meta. Infelizmente vou ter tempo somente depois do acesso.

Mas o que importa é que, com ou sem trabalhos, eu tenho um compromisso no sábado, às 15:00h. É isso mesmo, às 15. Sem essa de chegar lá no Scarpelli só às 17. O vestiário subterrâneo já tem que estar tremendo pelo menos meia hora antes do jogo. Todos os 15.000 alvinegros têm que participar da festa de papel picado na entrada do time em campo (veja mais aqui).

Para que o público não seja menor que este, a diretoria ouviu os blogs e já lançou uma baita promoção de ingressos. (clique aqui) Tá certo que não é nada como a promoção do Juventude, que está vendendo ingressos a R$ 2,00 para homens, e de graça para mulheres e crianças. Eu só não vou pra lá ajudar na torcida contra o Atlético-GO porque o jogo é na mesma hora que o nosso.

Mas é bom mesmo que eu não possa ir lá pra Caxias de novo, porque poderia faltar dinheiro para a viagem à São Caetano do Sul. Afinal, eu não sou doido de perder o jogo do acesso né? Já que não ia pro Scarpelli em 2001, pois alguém poderia pisar em mim, agora é a minha chance de viver isso.

Com a chegada do Márcio Araújo, melhorou um pouco a confiança da torcida no clube. Pouco depois dele chegar, vencemos do Paraná e do Vasco, fora de casa. Num jogo em que o time estava com crédito, 13.000 mil alvinegros foram torcer e deram um espetáculo no Scarpelli. Agora, com promoção de ingressos, precisamos e vamos repetir a dose. Agora, como bem lembrou o Ney Pacheco (clique aqui), se o público for maior que 16.000, já passamos a média do Avaí em 2008. Ou seja, num ano desesperador, apático, desconfiado, com campanha "Público Zero" e tudo, podemos ter uma média maior que o Avaí, na campanha do acesso, em que ficaram o ano inteiro no G4, invictos em casa, a azulejada estava eufórica, alucinada, rumo à Tóquio. Mesmo assim, podemos ficar com a média maior que a deles. Côza medonha hêin ô? Explica agora!

Tomara que o tempo ajude e eu possa levar a minha câmera, para poder eternizar o espetáculo e conseguir muitas outras fotos de alvinegros contentes (acho que já está na hora de aposentar aquele ali né)

Tremam avaianos, estamos voltando.

VOLTAREMOS!

Top Five - a comparação.

Só para que tu notes como se destacam os dois clubes de Florianópolis na mídia nacional: